Com vocês, o maior sucesso do ano:
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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Diálogo
- Sabe aquele assunto? Pois é... Tive uma conversa com ele, frente a frente pra esclarecer tudo!
- Pô e aí, o que vocês conversaram? O que ele disse? Vai dar certo? Vamos conseguir?
- Não. Ele disse que não tem jeito mesmo...
- Bah! Que droga!
- Pois é... Que saco...
_________________________________________________________
Poxa... Enche de expectativa pra não resolve porra nenhuma... É só pra iludir mesmo, PQP!
HUAHAUSUHASHASUHSAHUASUASHUASHASHUHU
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
O Bigode
Resolvi deixar crescer. Um tanto de preguiça no início de ter que fazer semanalmente a barba, deixei-a crescer toda primeiro. Alguns comentários, mas nada de mais. Até que resolvi tirá-la e deixar só o bigode. Primeiro tive que vencer o meu próprio estranhamento. Precisei me despir de meu próprio preconceito e me controlar pra não tirá-lo no mesmo dia. Mas resolvi deixar, controlando meu próprio impulso. Mas já sabia como ia ser. O estranhamento, os comentários, as brincadeiras. Até eu me estranhava. Mas então deixei. E tirei foto, publiquei, brinquei e saí na rua. Chocou. Algumas piadas, apelidos, comparações, brincadeirinhas, mas pelo menos a maioria disse que achou legal.
E então percebi duas coisas nesses dias que encarnei o Paul McCartney no Sgt. Peppers... Uma delas eu já sabia: Causei estranhamento. Se eu tivesse 40 anos, se estivesse em outro lugar do mundo ou se fosse a 60 anos atrás, o bigode seria normal, anormal até seria não tê-lo. Mas um jovem de bigode, em pleno o século XXI causa estranhamento. E choca. Sim... Engraçado que evoluímos muitos anos, mas nós como seres humanos não estamos preparados para receer o diferente sem estranhamento. Nós ainda não estamos preparados para o diferente, mesmo depois de anos de evolução, não evoluímos nesse quesito.
E eu mesmo tive que me despir de meus próprios estranhamentos e lutar contra o impulso de me achar ridículo e tirá-lo de uma vez. Mas deixei. Até acostumar-me a me ver de bigode. Até vê-lo como fazendo parte de mim. Até achá-lo normal. Até perder o meu próprio e senso ridículo. Pois ridículo não é o bigode, ridículo era o meu senso de ridículo e meu estranhamento frente ao incomum. Por fim me acostumei e acho que fiz as pessoas do meu convívio se acostumarem também comigo e com o meu bigode.
Por fim percebi também que ninguém mais estranha as coisas comuns. Por mais trágicas que sejam, as coisas que deveriam nos causar realmente estranhamento, já não causam mais pois se tornaram comuns. A tragédia, o acidente, o assalto a corrupção que está bem embaixo do nosso nariz (trocadilho) nós nem notamos mais. Nós notamos é o bigode.
Ps.:
Por fim, caso algum leitor curioso queira saber, tirei o bigode. Não pela vergonha. Tirei porque estamos quase no verão gaúcho e ele incomoda. Coça. Faz até cócegas se estou ofegante. Mas quem sabe no inverno ele não possa me ser útil? Ao menos ajudará a esquentar o nariz enquanto aspiro o ar gelado do minuano gaúcho de meados de Julho.
sábado, 10 de setembro de 2011
Post Miojo: Rapidinhas...
E As Namoradas?
Decadência
Dia do Sexo
Nesse ultimo dia 6 foi o dia do sexo. Mas o que será é pior? Não poder comemorar o dia do sexo ou ter que comemorar o dia do corno? Pense nisso...
Se eu ganhasse um real pra cada vez que alguém me pergunta "E as namoradas?" Eu já estaria rico. Sem contar que as pessoas falam mal dos homens, chamam de canalha, etc., mas na hora de perguntar aos homens sobre namorada é sempre no plural.
Mas por que isso!? Como se eu tivesse a obrigação de ter mais do que uma namorada. Isso humilha mais ainda alguns homens como eu, que já não tem nem uma namorada, quanto mais "namoradaS". Mas nesses últimos dias quando alguém me pergunta isso, simplesmente tenho respondido: "Estão todas elas muito bem, obrigado!" E pronto.
Decadência
Me lembro quando o cara era piazão, anos 90 e saía de bicicleta, aí as vezes quando na outra rua algumas gurias ficassem cuidando, o cara dava a volta na quadra e passava na frente delas só pra aparecer. Aquela Calói novinha, bem limpinha, brilhando no sol...
Daí hoje isso acontece e tu não dá a voltinha no quarteirão, porque além de tu ta de bicicleta, as gurias que estão olhando são muito novinhas... É a idade chegando...
Dia do Sexo
Nesse ultimo dia 6 foi o dia do sexo. Mas o que será é pior? Não poder comemorar o dia do sexo ou ter que comemorar o dia do corno? Pense nisso...
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Autobiografia
_____________________________________________________________________________Essa é minha pequena autobiografia.
Ela nao conta minha história na verdade, mas fala da minha personalidade e dos meus gostos pessoais... Minha autobriografia consiste em frases e ideias que tenho de mim mesmo ou o que acho que outras pessoas pensam de mim que fui escrevendo ao longo do tempo e no fim fui unindo essa trama e criando não uma biografia propriamente dita, mas no caso ela é quase que meu manual de instruções... Se alguém quiser me conhecer de verdade, vale a pena ler...
As pessoas costumam me achar bem humorado, simpático, legal, comunicativo, engraçado. E por um lado até estão certas, talvez. Mas o que ninguém sabe é que por outro lado não sou uma pessoa tão legal assim.
Não gosto de festa, de lugares fechados, não gosto de estar no meio de pessoas que eu não conheço, não gosto de dançar. Sou meio inseguro, nervoso e ansioso. Às vezes fico meio depressivo ou melancólico sem nenhum motivo aparente. Sou detalhista e metódico em alguns sentidos. Sou rabugento, ignorante e mal-humorado quando as coisas não saem do jeito que eu pretendia que saíssem.
Não gosto de frio, de chuva, não gosto de rotina, sou ingrato com as pessoas e fico sem graça quando as pessoas me elogiam. Na verdade sempre acho que falam apenas pra me agradar e nem curto muito “rasgação de seda”, mas no fundo admito que até gosto de alguns elogios e de ser o centro das atenções, mas não exageradamente. Algumas pessoas não admitem, mas no fundo todas gostam um pouco que seja.
Acho que realmente sou meio Punk. Gosto de caminhar sozinho, não me preocupo muito com que os outros pensam. Até acho que já me preocupo demais. Gostaria de me preocupar menos. Gosto de beber, gosto de farra, de fazer piada, de estar entre amigos. Não gosto de ser mandado, prefiro que me perguntem o que quero fazer. Gosto de fazer as coisas por prazer e não por obrigação. Fazer o que não quero é uma das coisas que mais me tiram do sério.
Gosto de tudo que é diferente. Construções antigas, esculturas de cemitério. Gosto de músicas diferentes, feitas por pessoas diferentes para pessoas diferentes. Gosto de filmes e livros interessantes, me interesso por teatro, por internet e redes sociais virtuais.
Não gosto de pessoas ignorantes, que tem a cabeça dura, não gosto de gente burra. Não gosto de funk, pagode, axé e nada que seja de gosto popular em nenhum sentido. Não gosto de pessoas que se acham demais e mulheres que se acham lindas, por mais que elas sejam. Gosto de gente humilde. Não gosto de gente que bota frases narcisistas no Orkut, como por exemplo: “Solteira sim, sozinha nunca” ou “Complicada e perfeitinha”. Não gosto de gente mentirosa e mau-caráter, que só pensa no seu próprio bem. Gosto de ter minha própria opinião e que as pessoas saibam respeitar. Não gosto de gente que tenta te levar pra alguma religião ou pra algum partido político, ou que de alguma forma tentam comprar o teu livre arbítrio e te convencer de alguma idéia que não é sua ou da qual você seja contrário. Não gosto de gente que te obriga a fazer o que você não está afim. Não gosto de ver as coisas erradas e não poder fazer nada.
Eu costumo reclamar muito da minha situação afetiva, mas além de ter todos esses defeitos já citados, eu ainda não consigo me interessar por pessoas que mostram interesse logo de cara por mim. O interesse tem que surgir de mim primeiro, eu gosto de conquistar a pessoa. Além disso, sou muito exigente, sentimentalista e até mesmo um pouco romântico com quem eu gosto (não ao ponto de ser meloso). Mas isso já é o bastante para que aconteça o mesmo que acontece comigo e as pessoas acabam perdendo o interesse por mim porque eu acabo demonstrando interesse primeiro quando estou gostando de alguém.
Gosto de coisas simples, gosto de cantar, gosto de shows, gosto de poemas, gosto de sair com amigos, gosto de rock, gosto de me divertir, gosto de comer coisas gostosas, gosto de aproveitar uma tarde de sol, gosto de escadas rolantes, não gosto de parque de diversões, de altura e não gosto de acordar cedo. Sou um péssimo jogador de futebol, vôlei, basquete, peteca, videogame ou qualquer coisa do tipo e na verdade não entendo quase nada disso tudo. Não entendo muita coisa de mangá, de desenhos japoneses, de jogos de computador ou de qualquer coisa do tipo. Muita gente acha que eu sei muito disso, mas eu sei apenas o básico.
Algumas pessoas me conhecem, outras não me conhecem nem um pouco e há algumas que acham que me conhecem. Algumas pessoas me acham calmo e outras me acham estressado. Algumas pessoas me acham um imbecil, outras me acham esperto. Algumas me acham sem graça e outras me acham engraçado. Algumas pessoas me acham legais e outras me acham um chato. Algumas me acham lindo e outras me acham feio. Algumas me acham sensível e outras me acham frio. Algumas pessoas me acham interessante e outras desinteressante. Algumas pessoas me acham inteligente e outras me acham burro.
Talvez eu não seja nada disso, talvez eu seja tudo isso ou talvez eu seja apenas um meio termo. No fundo sou apenas eu mesmo.
sábado, 21 de agosto de 2010
Escolha sempre o melhor, sempre que puder...
"Não, nada de nada... Não! Eu não lamento nada...
Está pago, varrido, esquecido. Não me importa o passado!
Com minhas lembranças acendi o fogo.
Minhas mágoas, meus prazeres. Não preciso mais deles!
Varridos os amores e todos os seus temores.
Varridos para sempre, recomeço do zero...
Não! Nada de nada... Não! Não lamento nada...!
Nem o bem que me fizeram. Nem o mal, isso tudo tanto faz!"
Varridos os amores e todos os seus temores.
Varridos para sempre, recomeço do zero...
Não! Nada de nada... Não! Não lamento nada...!
Nem o bem que me fizeram. Nem o mal, isso tudo tanto faz!"
(Trecho da música de Edith Piaf - "Non, Je Ne Regrette Rien")
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Alguns dizem que para cada coisa boa, acontece algo ruim para equilibrar o universo. E alguns dizem que para cada coisa ruim que fizermos, precisamos fazer algo de bom como forma de redenção.
Nessa semana comigo, aconteceram coisas boas e outras, nem tanto...
Sentir que estamos magoando uma pessoa, mesmo sem querer de forma alguma que isso aconteça, realmente não é nada bom. E acho que todo mundo que é humano (no sentido de sensível) há de concordar comigo nisso.
Mas todos que são humanos tem também consciência. E uma hora ou outra ela pesa. E muito. E só quando nos colocamos no lugar do outro é que entendemos pelo que ele passa.
O fato de eu estar magoando uma pessoa sem querer que isso aconteça, me fez refletir. Me fez pensar como é ruim ser a pessoa que magoa e não poder fazer nada e como às vezes fazemos coisas que não queremos fazer. Mas o coração tem vida própria. E aí fazemos... Não há como não segui-lo. Não podemos nos sacrificar por outra pessoa e continuar a nos iludir e também a iludi-la. Pelo contrário, isso seria muito pior. Isso levaria a tragédias inimagináveis, a mais sofrimento e dor a essa outra pessoa e a nós mesmos.
E o efeito dominó comigo prosseguiu... Magoar alguém sem querer fazer, sem ser de propósito, me fez pensar em como é ruim magoar alguém por querer. De propósito. Algumas pessoas são tão especiais e simplesmente fazemos o que? Magoamos...
Quando temos a escolha de não magoar alguém, quando o nosso coração já nos respeita e quando a consciência começa a pesar, já que não temos opção de melhorar o nosso futuro, que tal começarmos melhorando o nosso presente? Precisamos acertar as contas com o passado, com as pessoas, devemos varrer as coisas ruins e deixar as coisas boas, para tentar ao menos, ficarmos quites com o nosso presente, já que coisas ruins, inevitavelmente acontecem todos os dias.
Este post é dedicado ao meu amigo Heryk, que cada vez mais tem me inspirado a contar minhas historias verídicas e cotidianas no blog e também a minha mais nova velha amiga (reciclada, hehehehehe) a qual eu fiz as pazes essa semana. Obrigado à vocês!!!
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